segunda-feira, 9 de abril de 2018

Inovação: necessidades sociais exigem inovação empreendedora

O marketing sozinho não faz um empreendimento de negócios. Numa economia estática, não há empreendimento de negócios. Não há empresa nem empresários. O intermediário de uma sociedade estática é um corretor cuja remuneração consiste em honorários e retiradas ou um especulador que não cria valor.

O empreendimento de negócios só existe numa economia em expansão, ou ao menos num contexto que considere a mudança natural e aceitável. e as empresas são o órgão específico do crescimento, da expansão e da mudança nas economias.

A segunda função das empresas é, portanto, inovação - o fornecimento de diferentes satisfações econômicas. Não basta que a empresa forneça apenas determinados bens ou serviços; também devem oferecer produtos e serviços melhores e mais econômicos. Não é necessário que a empresa se torne maior; mas é preciso que constantemente se torne melhor.

A inovação pode resultar em preços mais baixos - o dado com que os economistas mais se preocupam, pela simples razão de ser o único que pode ser manejado com ferramentas quantitativas. Mas o resultado também pode ser novos produtos melhores,novas conveniências ou o atendimento de nova necessidade.

A inovação mais produtiva é um produto ou serviço diferente, que crie novo potencial de satisfação, em vez de mero aprimoramento do existente. tipicamente, esse novo produto diferente custa mais - no entanto, seu efeito geral é tornar a economia mais produtiva.

Os antibióticos custam muito ais que as velhas compressas, que eram tudo com que os médicos do passado contavam para combater a pneumonia. O computador custa muito mais que as máquinas de somar ou que as classificadoras de cartões perfurados, assim como a máquina de escrever custa muito mais que as penas de aves como instrumentos de escrita. Da mesma maneira, uma duplicadora Xerox custa muito mais que um mimeógrafo. E, se e quando for descoberta a cura do câncer, ela custará muito mais que um enterro de primeira classe.

Portanto, o preço de um produto é apenas uma das medidas do valor de uma inovação, ou de todo o processo econômico. é possível relacionar o preço com o produto unitário, ou seja, o preço de um medicamento com a redução que ele proporciona em dias de internação no hospital ou de aumento da vida economicamente ativa. Mas até essa medida não é de modo algum adequada. É preciso realmente um indicador de valor. Que valor econômico as inovações proporcionam aos clientes? O cliente é o único a julgar; e só o cliente conhece a própria realidade econômica.

A inovação pode consistir em descobrir novos usos para produtos antigos. Um vendedor que consiga vender refrigeradores a esquimós para evitar que os alimentos congelem seria tão inovador quanto qualquer pessoa que desenvolva um novo processo ou um novo produto. Vender geladeiras a esquimós para prevenir o esfriamento excessivo dos alimentos é efetivamente criar um novo produto. Sob o ponto de vista tecnológico, ainda existe apenas o mesmo produto antigo; mas, em termos econômicos, ocorreu inovação.

Acima de tudo, inovação não é invenção. é um termo de economia, não de tecnologia. as inovações não tecnológicas - são ao menos tão importantes quanto as tecnológicas.

Por mais importante que tenha sido a máquina a vapor como invenção, duas outras inovações não tecnológicas contribuíram com igual intensidade para a ascensão da economia moderna: a mobilização do poder de compra por meio do crédito bancário e a aplicação da matemática probabilística aos riscos físicos da atividade econômica, ou seja, o seguro. a criação da sociedade comercial de responsabilidade limitada e o subsequente desenvolvimento da sociedade anônima de responsabilidade limitada e de capital aberto foram inovações da mesma monta. e a prestação exerceu impacto equivalente. Ele possibilita pagar pelos meios para aumentar a produção com os frutos futuros do investimento. E, assim, criou condições para que o fazendeiro americano do século dezenove comprasse os implementos que o tornavam produtivos e pagasse por eles depois de vender a safra maior, produzida a custo mais baixo. E isso também converte a prestação em poderoso dínamo do desenvolvimento econômico nos países pobres ou subdesenvolvidos de hoje.

Na organização do empreendimento de negócios de hoje, a inovação já não pode ser considerada função separada do marketing. Ela não limita seu escopo à engenharia ou à pesquisa, mas o estende a todas as partes do negócio, a todas as suas funções e atividades. Tampouco pode restringir-se às empresas industriais. A inovação na distribuição é tão importante quanto a inovação na fabricação; do mesmo modo como a inovação nas seguradoras ou nos bancos.

A liderança na inovação de produtos e serviços tradicionalmente se concentra em uma atividade funcional que não tem nenhuma outra atribuição. Essa situação tem ocorrido principalmente em empresas intensivas em engenharia e em tecnologia química. Também nas empresas de seguros existe um departamento especial incumbido do desenvolvimento de novas espécies de cobertura; como também é possível que haja outros departamentos por inovações na organização de vendas, na administração de apólices e na liquidação de sinistros. Ainda outro grupo talvez se dedique a inovações nos investimentos dos fundos da empresa. Tudo isso compõe o negócio das seguradoras.

Mas a melhor alternativa para organizar a inovação de maneira sistemática e objetiva é como atividade empresarial, não como trabalho funcional. Ao mesmo tempo, toda unidade gerencial de uma empresa deve ser responsável pelo desenvolvimento de inovações e pela definição das necessidades de inovação. Também precisa contribuir para a inovação nos produtos e serviços da empresa, além de se empenhar consistentemente em promover avanços em sua área de atuação: vendas ou contabilidade, controle de qualidade e administração de pessoal.

A inovação pode ser definida como a tarefa de dotar os recursos humanos e materiais de nova e maior capacidade de produção de riqueza. a inovação é sobremodo importante para os países em desenvolvimento, que em geral, dispõem de recursos. São pobres por cerecer de capacidade de usar esses recursos para a produção de riqueza. Eles podem importar tecnologia, mas precisam produzir as próprias inovações sociais para tornar eficazes as tecnologias importadas.

A constatação dessa realidade foi o principal ponto forte dos fundadores do Japão moderno, há mais de um século. Deliberadamente, eles mantiveram o país em condições de dependência em relação à tecnologia ocidental - situação que perdurou até muito recentemente. Mas eles canalizaram as próprias energias, assim como as do povo japonês, para inovações sociais que possibilitariam ao país converter-se em sociedade e economia modernas, e, ao mesmo tempo, preservar seus traços diferenciadores de caráter e cultura.

Portanto, a inovação é crucial para o desenvolvimento econômico. Com efeito, o desenvolvimento econômico é, acima de tudo, trabalho empreendedor.

Os gestores devem converter as necessidades sociais em oportunidades empresariais lucrativas. Essa é outra definição de inovação. Ela deve ser enfatizada hoje, quando vive-se tão consciente de necessidades da sociedade, em termos de escolas, de assistência médica, de urbanização e de meio ambiente. Essas necessidades; o arranha-ceu com estrutura de aço e o livro escolar; o telefone e as farmácias. Também as novas necessidades exigem inovação empreendedora. Outras informações podem ser obtidas no livro Fator humano e desempenho, de autoria de Peter F. Drucker.

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quinta-feira, 5 de abril de 2018

Epidemiologia: Adm. Cláudio Márcio participa de videoconferência sobre pneumáticos

O administrador Cláudio Márcio Araújo da Gama (CRA-SC 24.673), terceiro na foto, representou a Secretaria de Estado da Casa Civil (SCC), nesta quarta-feira, dia quatro de abril de dois mil e dezoito, na Sala Estadual de Coordenação e Controle (SECC/SC) em videoconferência sobre recolhimento de produtos pneumáticos descartados. Estes produtos são depósitos de água em potencial para a proliferação do mosquito Aedes aegypti.

A Diretoria de Vigilância Epidemiológica de Santa Catarina (DIVE/SC) divulga o boletim número seis de dois mil e dezoito sobre a situação da vigilância entomológica do Aedes aegypti e a situação epidemiológica de dengue, febre de chikungunya e zika vírus, com dados até a Semana Epidemiológica (SE) número treze (de trinta e um de dezembro de dois mil e dezessete a trinta e um de março de dois mil e dezoito).
                         
Vigilância entomológica do Aedes aegypti

No período de trinta e um de dezembro de dois mil e dezessete a trinta e um de março de de dois mil e dezoito, foram identificados seis mil novecentos e vinte e nove focos do mosquito Aedes aegypti em cento e trinta e dois municípios. Nesse mesmo período em dois mil e dezessete, haviam sido identificados quatro mil duzentos e oito focos em cento e dezesseis municípios, conforme as figuras um e dois (em http://dive.sc.gov.br/index.php/arquivo-noticias/681-boletim-epidemiologico-n-06-2018-vigilancia-entomologica-do-aedes-aegypti-e-situacao-epidemiologica-de-dengue-febre-de-chikungunya-e-zika-virus-em-santa-catarina-atualizado-em-31-03-2018-se-13-2018 ). O aumento do número de focos na semana epidemiológica número dez está associado ao Levantamento de Índice Rápido para o Aedes aegypti (LIRAa), no qual ocorre a coleta de larvas para o conhecimento do Índice de Infestação Predial (IIP).

O número de focos de dois mil e dezoito é sessenta e quatro vírgula sete por cento maior quando comparado ao mesmo período do ano de dois mil e dezessete.

Em relação à situação entomológica, até a semana epidemiológica número treze de dois mil e dezoito já são sessenta e sete municípios considerados infestados, o que representa um incremento de vinte e um vírgula oito por cento em relação ao mesmo período de dois mil e dezessete, que registrou cinquenta e cinco municípios nessa condição, como se pode ver na tabela um (em http://dive.sc.gov.br/index.php/arquivo-noticias/681-boletim-epidemiologico-n-06-2018-vigilancia-entomologica-do-aedes-aegypti-e-situacao-epidemiologica-de-dengue-febre-de-chikungunya-e-zika-virus-em-santa-catarina-atualizado-em-31-03-2018-se-13-2018 ). Em comparação ao último boletim, houve a inclusão dos municípios de Bom Jesus do Oeste e Penha como infestados.

A definição de infestação é realizada de acordo com a disseminação e manutenção dos focos.

Dengue

No período de trinta e um de dezembro de dois mil e dezessete a trinta e um de março de dois mil e dezoito, foram notificados seiscentos e quinze casos de dengue em Santa Catarina. Desses, cinco (um por cento) foram confirmados (todos pelo critério laboratorial), dezessete (dois por cento) estão inconclusivos (classificação utilizada no SINAN para os casos que, após sessenta dias da data de notificação, ainda não tiveram sua investigação encerrada), quatrocentos e noventa (oitenta por cento) foram descartados por apresentarem resultado negativo para dengue e cento e três (dezessete por cento) estão sob investigação pelos municípios.

Do total de casos confirmados até o momento, dois são autóctones (transmissão dentro do Estado), ambos residentes no município de Itapema, e três são importados (transmissão fora do Estado), residentes nos municípios de Biguaçu, Porto União e São José, apresentando, respectivamente, os estados do Mato Grosso do Sul, da Bahia e da Paraíba como local provável de infecção, segundo as tabelas dois e três (em http://dive.sc.gov.br/index.php/arquivo-noticias/681-boletim-epidemiologico-n-06-2018-vigilancia-entomologica-do-aedes-aegypti-e-situacao-epidemiologica-de-dengue-febre-de-chikungunya-e-zika-virus-em-santa-catarina-atualizado-em-31-03-2018-se-13-2018 ). Em comparação com o último boletim, houve a confirmação dos dois casos autóctones.

As medidas de controle vetorial, incluindo a aplicação de inseticida a ultra baixo volume (UBV) já foram realizadas no município de Itapema. Em comparação com o último boletim, houve a confirmação dos dois casos autóctones.

Na comparação com o mesmo período de dois mil e dezessete, quando foram notificados mil duzentos e cinquenta e oito casos, observa-se uma redução de cinquenta e um por cento na notificação de casos em dois mil e dezoito (seiscentos e quinze casos notificados), de acordo com a figura três (em http://dive.sc.gov.br/index.php/arquivo-noticias/681-boletim-epidemiologico-n-06-2018-vigilancia-entomologica-do-aedes-aegypti-e-situacao-epidemiologica-de-dengue-febre-de-chikungunya-e-zika-virus-em-santa-catarina-atualizado-em-31-03-2018-se-13-2018 ).

Em dois mil e dezoito, até o momento, foram confirmados cinco casos no Estado; no mesmo período, em dois mil e dezessete, também haviam sido confirmados cinco casos, como mostra a Figura quatro ( em http://dive.sc.gov.br/index.php/arquivo-noticias/681-boletim-epidemiologico-n-06-2018-vigilancia-entomologica-do-aedes-aegypti-e-situacao-epidemiologica-de-dengue-febre-de-chikungunya-e-zika-virus-em-santa-catarina-atualizado-em-31-03-2018-se-13-2018 ).

Febre de chikungunya

No período de trinta e um de dezembro de dois mil e dezessete a trinta e um de março de dois mil e dezoito, foram notificados cento e vinte e nove casos de febre de chikungunya em Santa Catarina. Desses, cinco (quatro por cento) foram confirmados (todos pelo critério laboratorial), oitenta e quatro (sessenta e cinco  por cento) foram descartados, quarenta (trinta e um por cento) permanecem como suspeitos sendo investigados pelos municípios.

Do total de cinco casos confirmados até o momento, três são importados (transmissão fora do Estado) e dois são autóctones (transmissão dentro do Estado), ambos residentes no município de Cunha Porã, como se pode ver nos dados das tabelas quatro e cinco ( em http://dive.sc.gov.br/index.php/arquivo-noticias/681-boletim-epidemiologico-n-06-2018-vigilancia-entomologica-do-aedes-aegypti-e-situacao-epidemiologica-de-dengue-febre-de-chikungunya-e-zika-virus-em-santa-catarina-atualizado-em-31-03-2018-se-13-2018 ).

Na comparação com o mesmo período de dois mil e dezessete, quando foram notificados cento e sessenta e oito casos, observa-se uma redução de vinte e três por cento na notificação em dois mil e dezoito (cento e vinte e nove casos notificados).
Em relação aos casos confirmados no mesmo período de dois mil e dezessete, foram doze importados e nenhum autóctone.

Zika vírus

No período de trinta e um de dezembro de dois mil e dezessete a trinta e um de março de dois mil e dezoito, foram notificados trinta e cinco casos de zika vírus em Santa Catarina, vinte e sete (setenta e sete por cento) foram descartados, sete (vinte por cento) permanecem como suspeitos e um (três por cento) como inconclusivo, conforme a tabela seis ( em http://dive.sc.gov.br/index.php/arquivo-noticias/681-boletim-epidemiologico-n-06-2018-vigilancia-entomologica-do-aedes-aegypti-e-situacao-epidemiologica-de-dengue-febre-de-chikungunya-e-zika-virus-em-santa-catarina-atualizado-em-31-03-2018-se-13-2018 ).

Na comparação com o mesmo período de dois mil e dezessete, quando foram notificados trinta e nove casos, observa-se uma redução de dez por cento na notificação em dois mil e dezoito (trinta e cinco casos).

Situação das Salas Municipais para o combate ao Aedes aegypti/SC

Em dois mil e dezoito, a Sala Estadual mantém a participação nas videoconferências que são realizadas mensalmente com a Sala Nacional, discutindo o cenário entomológico e as ações que serão realizadas ao longo do ano, tais como: visitas bimestrais aos imóveis das áreas infestas, realização do Levantamento de Índice Rápido para Aedes aegypti (LIRAa) e fortalecimento da atuação das Salas Estaduais.

A Sala ainda mantém a orientação para que todos os municípios infestados continuem com suas salas de situação em funcionamento, com o objetivo de desencadear ações intersetoriais para o controle do Aedes aegypti.

Os sessenta e quatro municípios infestados receberam orientações para realizar o LIRAa/LIA até o dia quinze de março, atendendo solicitação do Ministério da Saúde. Dos sessenta e três municípios que realizaram a atividade, o município de São José foi a exceção, dezessete (vinte e sete por cento) apresentaram alto rico para a transmissão de dengue, febre de chikungunya e zika vírus, trinta e três (cinquenta e dois vírgula quatro por cento) apresentaram médio risco e treze (vinte vírgula seis por cento) baixo risco (tabela sete e figura cinco em http://dive.sc.gov.br/index.php/arquivo-noticias/681-boletim-epidemiologico-n-06-2018-vigilancia-entomologica-do-aedes-aegypti-e-situacao-epidemiologica-de-dengue-febre-de-chikungunya-e-zika-virus-em-santa-catarina-atualizado-em-31-03-2018-se-13-2018). Destaca-se que, dos dezessete municípios em alto risco, quinze estão localizados na região oeste e dois na região da Foz do Rio Itajaí.

Ainda por meio dessa atividade, foram inspecionados quarenta e cinco mil setecentos e cinco recipientes que continham água, sendo os principais: lixo, sucata e recipientes móveis (pratinhos de plantas, baldes, entre outros). Essa informação aponta para a presença de uma quantidade significativa de recipientes no ambiente, gerando as condições favoráveis à reprodução do Aedes aegypti.

Assim, a intensificação das ações mostra-se fundamental, para eliminar e adequar locais que podem servir para a reprodução do mosquito, reduzindo o risco de transmissão dessas doenças.

Enfatiza-se que, no período de nove a quinze de abril, será realizada uma ação no município de Cunha Porã, envolvendo também a Gerência Regional de Saúde da Agência de Desenvolvimento Regional de Chapecó, técnicos auxiliares de saúde pública da Secretaria de Estado da Saúde, o Coordenador Regional da Defesa Civil de Chapecó e Bombeiros Militares. A atividade objetiva intensificar as ações tanto de eliminação, adequação e tratamento químico de recipientes, quanto de inspeção de depósitos de difícil acesso (como caixas d´água e calhas).

O que é dengue?

Dengue é uma doença infecciosa febril causada por um arbovírus, sendo um dos principais problemas de saúde pública no mundo. Ela é transmitida pela picada da fêmea do mosquito Aedes aegypti infectado.

A infecção pelo vírus da dengue pode ser assintomática ou sintomática. Quando sintomática, causa uma doença sistêmica e dinâmica de amplo espectro clínico, variando desde formas mais leves (oligossintomáticas) até quadros graves, podendo evoluir para o óbito. Todos os quatro sorotipos do vírus da dengue circulantes no mundo (DEN-um, DEN-dois, DEN-três e DEN-quatro) causam os mesmos sintomas, não sendo possível distingui-los somente pelo quadro clínico. O termo “dengue hemorrágica” deixou de ser empregado em dois mil e quatorze, quando o Brasil passou a utilizar a nova classificação da doença, que leva em consideração que a dengue é uma doença única, dinâmica e sistêmica. Para efeitos clínicos e epidemiológicos, considera-se a seguinte classificação: dengue, dengue com sinais de alarme e dengue grave.

Sinais e sintomas

Normalmente, a primeira manifestação da dengue é a febre alta (trinta e nove a quarenta graus centígrados) de início abrupto, que tem duração de dois a sete dias, associada à dor de cabeça, fraqueza, a dores no corpo, nas articulações e no fundo dos olhos. Manchas pelo corpo estão presentes em cinquenta por cento dos casos, podendo atingir face, tronco, braços e pernas. Perda de apetite, náuseas e vômitos também podem estar presentes.

Com a diminuição da febre, entre o terceiro e o sétimo dia do início da doença, grande parte dos pacientes recupera-se gradativamente, com melhora do estado geral e retorno do apetite. No entanto, alguns pacientes podem evoluir para a forma grave da doença, caracterizada pelo aparecimento de sinais de alarme, que podem indicar o deterioramento clínico do paciente.

Quadros graves

Sangramentos de mucosas (nariz, gengivas), dor abdominal intensa e contínua, vômitos persistentes, letargia, sonolência ou irritabilidade, hipotensão e tontura são considerados sinais de alarme. Alguns pacientes podem, ainda, apresentar manifestações neurológicas, como convulsões e irritabilidade.

O choque ocorre quando um volume crítico de plasma (parte líquida do sangue) é perdido através do extravasamento nos vasos sanguíneos, ele se caracteriza por pulso rápido e fraco, diminuição da pressão de pulso, extremidades frias, demora no enchimento capilar, pele pegajosa e agitação. O choque é de curta duração e pode, após terapia apropriada, evoluir para uma recuperação rápida; mas, pode também avançar para o óbito, num período de doze a vinte e quatro horas.

Qualquer pessoa pode desenvolver formas graves de dengue já na primeira infecção, apesar de isso ocorrer com maior frequência entre a segunda ou terceira infecção, devido à resposta imune individual. No entanto, crianças, gestantes e idosos, além daqueles em situações especiais (portadores de hipertensão arterial, diabetes melitus, asma brônquica, alergias, doenças hematológicas ou renais crônicas, doença grave do sistema cardiovascular, doença ácido-péptica ou doença autoimune), têm maior risco de apresentar quadros graves de dengue.

Atenção: na presença de sinais de alarme, o paciente deve retornar imediatamente ao serviço de saúde.

Pessoas que estiveram, nos últimos quatorze dias, numa cidade com a presença do Aedes aegypti ou com a transmissão da dengue e apresentarem os sintomas citados devem procurar uma unidade de saúde para o diagnóstico e tratamento adequados.

O que é febre de chikungunya?

É uma infecção viral causada pelo vírus chikungunya, que pode se apresentar sob forma aguda (com sintomas abruptos de febre alta, dor articular intensa, dor de cabeça e dor muscular, podendo ocorrer erupções cutâneas) e evoluir para as fases subaguda (com persistência de dor articular) e crônica (com persistência de dor articular por meses ou anos). O nome da doença deriva de uma expressão usada na Tanzânia que significa "aquele que se curva".

Pessoas que estiveram, nos últimos quatorze dias, em cidade com a presença do Aedes aegypti ou com a transmissão da febre de chikungunya e apresentarem os sintomas citados devem procurar uma unidade de saúde para o diagnóstico e tratamento adequados.

O que é febre do zika vírus?

É uma doença causada pelo vírus zika (ZIKAV), transmitido pela picada do mesmo vetor da dengue, o Aedes aegypti, infectado. Pode manifestar-se clinicamente como uma doença febril aguda, com duração de três a sete dias, geralmente sem complicações graves.

Segundo a literatura, mais de oitenta por cento das pessoas infectadas não desenvolvem manifestações clínicas. Porém, quando presentes, caracterizam-se pelo surgimento do exantema maculopapular pruriginoso, febre intermitente, hiperemia conjuntival não purulenta e sem prurido, artralgia, mialgia, edema periarticular e cefaleia. A artralgia pode persistir por aproximadamente um mês.

Orientações para evitar a proliferação do Aedes aegypti:

  •       evite usar pratos nos vasos de plantas. Se usá-los, coloque areia até a borda;
  •       guarde garrafas com o gargalo virado para baixo;
  •       mantenha lixeiras tampadas;
  •       deixe os depósitos d’água sempre vedados, sem qualquer abertura, principalmente as caixas d’água;
  •       plantas como bromélias devem ser evitadas, pois acumulam água;
  •       trate a água da piscina com cloro e limpe-a uma vez por semana;
  •       mantenha ralos fechados e desentupidos;
  •       lave com escova os potes de comida e de água dos animais no mínimo uma vez por semana;
  •       retire a água acumulada em lajes;
  •       dê descarga, no mínimo uma vez por semana, em banheiros pouco usados;
  •       mantenha fechada a tampa do vaso sanitário;
  •       evite acumular entulho, pois ele pode se tornar local de foco do mosquito da dengue;
  •     denuncie a existência de possíveis focos de Aedes aegypti para a Secretaria Municipal de Saúde;
  •     caso apresente sintomas de dengue, chikungunya ou zika vírus, procure uma unidade de saúde para o atendimento.

quarta-feira, 14 de março de 2018

Epidemiologia: Adm. Cláudio Márcio representa a Casa Civil em videoconferência

O administrador Cláudio Márcio Araújo da Gama (CRA-SC 24.673), da Secretaria de Estado da Casa Civil (SCC) do Governo do Estado de Santa Catarina (terceiro na foto), participou, em oito de fevereiro de dois mil e dezoito, de videoconferência para discutir as primeiras ações em dois mil e dezoito contra o Aedes aegypti. O evento, com representantes das secretarias estaduais de Saúde de todos os estados do Brasil foi realizado entre quarta e quinta-feira, dias sete e oito de fevereiro de dois mil e dezoito, respectivamente. Por intermédio do Ministério da Saúde, em Brasília, o encontro abordou dados de visitas domiciliares, ações de prevenção no período de Carnaval e de parcerias com outros órgãos, como o Ministério do Turismo e do Meio Ambiente.   
Santa Catarina conta com ciclos de visitas, sendo seis por ano. As cidades mais críticas, que até então eram sessenta e quatro recebem uma atenção especial. De acordo João Augusto B. Fuck, da Gerência de Vigilância de Entomologia e Zoonoses (GEZOO) da Diretoria de Vigilância Epidemiológica (DIVE), em relação ao período de Carnaval, o alerta contra o mosquito estava previsto para ocorrer em conjunto com a prevenção das infecções sexualmente transmissíveis (ISTs). Logo após este período, uma grande ação midiática estava prevista para ser colocada em prática, reforçando os métodos de prevenção e conscientização para a não proliferação do inseto.
A intenção também é intensificar as ações das agentes de saúde comunitárias e junto às escolas, inserindo esta conscientização no plano pedagógico das instituições. Um grande aliado para esta inserção é o Programa Saúde na Escola (PSE), que surgiu como um indutor de políticas entre as áreas de saúde e educação, na perspectiva da prevenção, promoção, atenção e formação à saúde de crianças, adolescentes e jovens da educação básica pública.
De acordo com o analista técnico de Políticas Públicas e Sociais do Ministério da Saúde, Marcílio Ferrari, o programa pode ser inserido de forma voluntária nas instituições e está presente em noventa por cento dos municípios brasileiros, atingindo quase cento e vinte milhões de pessoas. O coordenador da Sala Nacional de Coordenação e Controle (SNCC) das doenças do Aedes aegypti (dengue, zica e chicungunha) do Ministério da Saúde, José Brás Padilha, ressalta também que ao longo do ano parcerias com o Ministério do Turismo em eventos, regiões e datas especificas serão intensificadas, bem como com o Ministério do Meio Ambiente, principalmente na questão dos resíduos sólidos.
Entre os dias trinta e um de dezembro de dois mil e dezessete e três de fevereiro de dois mil e dezoito, o Estado apresentou um crescimento no número de focos do inseto de setenta e um vírgula sete por cento em relação ao mesmo período do ano anterior. De acordo com a DIVE, foram identificados dois mil e setenta e três focos do mosquito em noventa e um municípios. Destes, sessenta e quatro já são considerados infestados, o que representa um aumento de vinte vírgula sete por cento em relação ao mesmo período de dois mil e dezessete, quando Santa Catarina registrou cinquenta e três municípios nessa condição. Além de profissionais da secretaria de Saúde e de Gama, da Casa Civil, técnicos da Secretaria Executiva de Articulação Nacional (SAN) da Secretaria de Estado da Casa Civil (SCC) do Estado também participaram da videoconferência.
Informações adicionais para a imprensa: Douglas Saviato (Assessoria de Imprensa) da Secretaria Executiva de Articulação Nacional (SAN) da Secretaria de Estado da Casa Civil (SCC). E-mail: douglas@san.sc.gov.br . Fone: (61) 3101-0900 / 99304-0198 . Site: www.san.sc.gov.br .

segunda-feira, 12 de março de 2018

Epidemiologia: Adm. Cláudio Márcio participa de videoconferência sobre o mosquito da dengue

O Administrador Cláudio Márcio Araújo da Gama (CRA-SC 24.673) participou nesta quarta-feira, sete de março de dois mil e dezoito de uma videoconferência, com as secretarias de Saúde das regiões Sul e Sudeste. Debateu calendário de ações para os próximos meses, visitas domiciliares, levantamentos entomológicos e recolhimento de pneus. A videoconferência ocorre mensalmente com todos os Estados do país e é intermediada pelo Ministério da Saúde, em Brasília.
Entre as ações que devem ser realizadas ainda neste semestre, está o Dia “D” de recolhimento de pneus na primeira semana de abril. De acordo com o coordenador das doenças do Aedes aegypti (dengue, zica e chicungunha) do Ministério da Saúde, José Brás Padilha (à direita na foto), muitos estados têm realizado este recolhimento, mas outros enfrentam muitas dificuldades.
“Queremos que nesta ação tenhamos uma atuação uniforme e convidamos a Reciclanip, empresa especializada na coleta e destinação de pneus inservíveis, para repassar informações sobre o descarte de pneus aos Estados”, explica. A Reciclanip é referência da indústria brasileira na área de responsabilidade pós-consumo.
Santa Catarina não enfrenta problemas graves em relação ao descarte de pneus. De acordo João Augusto B. Fuck, da Gerência de Vigilância de Zoonoses e Entomologia (GEZOO) da Diretoria de Vigilância Epidemiológica (DIVE), as maiores dificuldades são nos municípios menores, que muitas vezes não possuem um espaço para o armazenamento ideal.
O Ministério da Saúde destacou também que nos dias vinte e dois e vinte e três deste mês de março de dois mil e dezoito será realizada uma videoconferência temática com as secretarias de Saúde do Estado e demais órgãos do Governo Federal. O objetivo é a aproximação da saúde nas escolas, fomentando as ações contra o mosquito Aedes aegypti. De acordo com Brás, as equipes estratégicas do Ministério da Saúde irão apresentar alternativas e materiais no formato de vídeo aulas no que diz respeito ao extermínio do inseto.
Esta ação faz parte do Programa Saúde na Escola (PSE), que surgiu como um indutor de políticas entre as áreas de saúde e educação, na perspectiva da prevenção, promoção, atenção e formação à saúde de crianças, adolescentes e jovens da educação básica pública.
Em relação aos números de casos e visitas domiciliares, Fuck salientou que monitorias são realizadas semanalmente e boletins quinzenais são preparados. Em dois mil e dezoito, até sete de março, Santa Catarina não possuía nenhum registro de transmissão de dengue, zica ou chicungunha. Havia registros apenas de casos importados, ou seja, de pessoas não moradoras do Estado. Em nove de março já foi confirmado o primeiro caso autócne no Estado.
A equipe catarinense presente na videoconferência, também teve a participação do administrador da Secretaria de Estado da Casa Civil (SCC), Cláudio Márcio Araújo da Gama e do Secretário de Estado da Defesa Civil (SDC), Rodrigo Moratelli. Gama salientou a criação, no Estado, por parte da Secretaria de Estado de Assistência Social, Trabalho e Habitação (SST) do Centro de Referência e Atendimento ao Imigrante (CRAI), em Florianópolis. Desde o início de fevereiro, o local inaugurado pela (SST) monitora os imigrantes que chegam ao Estado, sendo que entre os acompanhamentos estão às questões que envolvem a saúde do imigrante.

Primeira transmissão do ano no Estado


A DIVE confirmou, em nove de março, oficialmente, o primeiro caso autóctone de febre de chikungunya em uma pessoa residente no município de Cunha Porã, na Microrregião Oeste de Santa Catarina.O diagnóstico foi confirmado pelo Laboratório Central de Saúde Pública (Lacen) da Secretaria de Estado da Saúde (SES).Segundo a investigação epidemiológica conduzida pelos agentes de saúde do município de Cunha Porâ, trata-se de um paciente de sessenta e oito anos. Ele iniciou com os sintomas no dia treze de Fevereiro. No dia seguinte foi internado para tratamento, recebendo alta no dia dezesseis. A investigação estabeleceu uma correlação a um caso importado de outro paciente, cujos primeiros sintomas ocorreram em trinta e um de Janeiro. As duas pessoas residem no mesmo bairro do município.

Em relação ao caso autóctone, todas as medidas de bloqueio de transmissão foram desencadeadas pelo município, com o apoio da equipe da Gerência de Saúde da Agência de Desenvolvimento Regional (ADR) de Chapecó, sendo elas eliminação, adequação e tratamento químico de depósitos com água e pulverização espacial de inseticida a Ultra Baixo Volume (UBV).

A DIVE reforça a importância da população procurar atendimento imediato caso apresente sintomas de febre de chikungunya. Os sintomas incluem febre de início repentino e dores intensas nas articulações, principalmente pés e mãos, dedos, tornozelos e pulsos, associadas ou não à presença de edema. Podem ocorrer, também, dores nas costas, cefaleia, mialgia e manchas vermelhas na pele. Além disso, é fundamental a intensificação das ações de prevenção com a eliminação de possíveis criadouros do mosquito Aedes aegypti.

A doença

É uma infecção viral causada pelo vírus chikungunya, que se apresenta de forma aguda (com sintomas abruptos de febre alta, dor articular intensa, dor de cabeça e dor muscular, podendo ocorrer erupções cutâneas) e evolui para as fases subaguda (com persistência de dor articular) e crônica (com persistência de dor articular por meses ou anos). O nome da doença deriva de uma expressão usada na Tanzânia que significa "aquele que se curva".

Pessoas que estiveram nos últimos quatorze dias em cidades com presença do Aedes aegypti ou com transmissão da febre de chikungunya e apresentarem os sintomas citados devem procurar uma unidade de saúde para diagnóstico e tratamento adequado.

Dados epidemiológicos

No período de trinta e um de Dezembro de dois mil e dezessete a três de Março de dois mil e dezoito, foram notificados oitenta e quatro casos de febre de chikungunya em Santa Catarina. Desses, cinquenta e seis (ssessenta e sete por cento) foram descartados, vinte e quatro (vinte e nove por cento) permanecem como suspeitos sob investigação pelos municípios e quatro (quatro por cento) foram confirmados. Destes, três são importados e um é autóctone, de pessoa residente no município de Cunha Porã.


Na comparação com o mesmo período de dois mil e dezessete, quando foram notificados cento e trinta e quatro casos, houve uma redução 
de trinta e sete por cento na notificação de casos em dois mil e dezoito, com oitenta e quatro casos notificados. Em relação a confirmação de casos no mesmo período de dois mil e dezessete, foram registrados oito casos importados e nenhum caso autóctone.
Informações adicionais para a imprensa: Douglas Saviato da Assessoria de Imprensa da Secretaria Executiva de Articulação Nacional (SAN) da Secretaria de Estado da Casa Civil (SCC). E-mail: douglas@san.sc.gov.br, Fone: (61) 3101-0900 / 99304-0198, Site: www.san.sc.gov.br .

Mais em:


http://sc.gov.br/index.php/noticias/temas/saude/dive-confirma-primeiro-caso-autoctone-de-febre-de-chikungunya-em-sc ;

http://quilombomais.com.br/farol/quilombomais/blog/cidadania/alerta-primeiro-caso-autoctone-de-febre-chikungunya-de-sc-e-registrado-na-regiao-oeste/11038 ;

http://www.chapecoonline.com.br/santa-catarina-registra-caso-da-febre-chikungunya/ ;

http://www.radiochapeco.com.br/2018/03/12/dive-confirma-primeiro-caso-autoctone-de-febre-de-chikungunya-em-sc/ ;

http://www.vocenoticias.com/noticia/3921/index.html ;

https://www.peperi.com.br/noticias/09-03-2018-dive-confirma-primeiro-caso-autoctone-de-febre-de-chikungunya-em-sc/ ;

http://www.progresso.am.br/noticia/97855/dive-confirma-primeiro-caso-autoctone-de-febre-de-chikungunya-em-cunha-pora ;

http://tudosobrexanxere.com.br/index.php/desc_noticias/dive_confirma_primeiro_caso_autoctone_de_febre_de_chikungunya ;

http://www.adjorisc.com.br/jornais/comunidade/2.1461/sa%C3%BAde/dive-confirma-primeiro-caso-aut%C3%B3ctone-de-febre-de-chikungunya-em-sc-1.2054165 ;

https://noticiahoje.net/dive-confirma-primeiro-caso-autoctone-de-febre-de-chikungunya-em-sc/ ;

http://www.opovojornal.com.br/geral/dive-confirma-primeiro-caso-aut%C3%B3ctone-de-febre-de-chikungunya-em-sc-1.2053868 ;

https://agorasul.com.br/vigilancia-epidemiologica-de-sc-confirma-primeiro-caso-autoctone-de-febre-de-chikungunya-em-sc/ ;

http://wh3.com.br/noticia/168724/dive-confirma-primeiro-caso-autoctone-de-febre-de-chikungunya-em-sc.html ;

http://www.cabeconegro.com.br/geral/confirmado-primeiro-caso-de-chikungunya-em-sc-1.2054099 ;

http://www.folharegionalwebtv.com/sa%C3%BAde/dive-confirma-primeiro-caso-aut%C3%B3ctone-de-febre-de-chikungunya-em-sc-1.2054178 ;

http://jinews.com.br/noticia/dive-confirma-primeiro-caso-autoctone-de-febre-de-chikungunya-em-sc ;

https://unicamania.com.br/cidades/santa-catarina/971-dive-confirma-primeiro-caso-autoctone-de-febre-de-chikungunya-em-sc ;

http://www.novafm103.com.br/noticia/44365 ;

http://www.radiofraiburgo.fm.br/index.php/noticias/10-saude/343-dive-confirma-primeiro-caso-autoctone-de-febre-de-chikungunya-em-sc ;

http://revistaservioeste.com.br/noticias/confirmado-primeiro-caso-autoctone-de-chikungunya-em-sc ;

http://rondapolicial.net.br/noticia/alerta-primeiro-caso-autoctone-de-febre-chikungunya-de-sc-e-registrado-na-regiao-oeste/ ;

http://www.tunapora.com.br/noticia/97855/dive-confirma-primeiro-caso-autoctone-de-febre-de-chikungunya-em-cunha-pora ;

http://jrregional.com.br/news/dive-confirma-primeiro-caso-autoctone-de-febre-de-chikungunya-em-sc ;

https://diarinho.com.br/noticias/geral/confirmado-primeiro-caso-de-chikungunya-contraido-em-sc/ e

http://www.educadora.am.br/noticia/confirmado-o-primeiro-caso-de-chikungunya-contraido-em-sc/ .

domingo, 4 de março de 2018

Empreendedorismo no setor público: uma fonte de oportunidades

1.      INTRODUÇÃO

O empreendedorismo no setor público surge a partir de ideias e oportunidades. As maiores oportunidades para se empreender no setor público é quando a ideia certa vem no momento certo. Um dos diferenciais para se ter o empreendedorismo aplicado ao serviço público é a experiência no ramo como diferencial. É preciso ter e desenvolver fontes novas de ideias, avaliar as oportunidades, o ambiente, fazer análise econômica. Um dos fatores de análise são as vantagens competitivas da organização em relação a outras organizações e do setor em relação a outros setores da mesma organização pública. O envolvimento e o compromisso da equipe gerencial com o empreendedorismo é de fundamental importância para se ter um ambiente propício ao empreendedorismo.

Uma das oportunidades que estão em alta são as oportunidades no meio cibernético, virtual ou na rede mundial de computadores. Os modelos de oportunidades de empreendedorismo na internet são: intermediação de serviços, veiculação de propaganda, aproveitamento do mercado virtual, facilidade de acesso ao meio empresarial e as comunidades virtuais.


2. DESENVOLVIMENTO

O empreendedorismo no setor público é possível através da prerrogativa do poder executivo de ter a iniciativa de propor reformas administrativas para que estas sejam objeto de análise e aprovação do poder legislativo. Quando há necessidade de criação de órgãos/empresas, criação de cargos/funções, o poder legislativo costuma ser fonte de ideias, bem como de meios de aprovação das propostas inovadoras/empreendedoras de iniciativa do poder executivo.

Sendo este o funcionamento da lógica de reforma/criação/empreendimento no setor público, os agentes da administração pública direta e indireta se constituem nos principais atores do empreendedorismo no setor público. São estes que devem estar atualizados sobre como as atuais oportunidades de inovação no setor estão sendo aproveitadas em outros setores/órgãos/esferas/poderes. Para isso é necessário o desenvolvimento de habilidades de pesquisa bem como de articulação e capacidade de diálogo com outros servidores de dentro e de fora da organização.

Concluída a fase de concepção do empreendimento, é necessário colocar tudo no papel para que outras pessoas possam analisar e propor melhorias. É algo que se pode chamar de plano empreendedor ou de negócios. Os elementos deste plano são: sumário executivo, análise estratégica, descrição do órgão, serviços, plano operacional, plano de recursos humanos, análise do ambiente ou mercado, estratégia de busca por adesões ou marketing, plano financeiro e anexos.

4. CONCLUSÕES

 O material pesquisado para a produção do presente texto foi o artigo intitulado O Fenômeno do Empreendedorismo Público: Um Ensaio sobre a Aplicabilidade desse Construto na Administração Pública Brasileira de autoriade Josiel Lopes Valadares, Magnus Luiz Emmendoerfer, Renner Coelho Messias Alves e Mateus Cerqueira Anício Morais complementado por orientações de ordem mais pragmática oriunda do livro intitulado Empreendedorismo: transformado ideias em negócios, de autoria de José Dornelas. Este livro é parte das obras constantes do projeto pedagógico deste curso.

 Os dois materiais apontam como principais agentes propulsores do empreendedorismo no setor público a alteração do valor e da quantidade disponível de determinados recursos, como financeiros (por exemplo, fontes de financiamento), naturais (por exemplo, energia de origem fóssil), humanos (por exemplo, disponibilidade de profissionais especializados no mercado), tecnologia (por exemplo, o desenvolvimento acelerado das tecnologias da informação), bem como o mercado consumidor (por exemplo, mudanças nas necessidades e desejos da população).

P.S.: Este texto foi apresentado como trabalho acadêmico necessário à conclusão da cadeira de Empreendedorismo e captação de recursos na administração pública (ministrada pelo professor Rene Alhfeldt) , do curso de pós-graduação lato sensu em nível de especialização em gestão pública, ofertado pela coordenadoria de pós-graduação da Faculdade Municipal de Palhoça .

Mais em

https://www.administradores.com.br/artigos/empreendedorismo/empreendedorismo-no-setor-publico-uma-fonte-de-oportunidades/109540/ ;

http://www.uniprimeoestepr.com.br/noticias/item/empreendedorismo-no-setor-publico-uma-fonte-de-oportunidades ;

http://www.uniprimecentral.com.br/noticias/item/empreendedorismo-no-setor-publico-uma-fonte-de-oportunidades ;

http://www.uniprimeop.com.br/noticias/item/empreendedorismo-no-setor-publico-uma-fonte-de-oportunidades ;

http://www.uniprimebeltrao.com.br/noticias/item/empreendedorismo-no-setor-publico-uma-fonte-de-oportunidades e

http://www.uniprimealliance.com.br/noticias/item/empreendedorismo-no-setor-publico-uma-fonte-de-oportunidades .