sexta-feira, 23 de outubro de 2020

Administração científica: a missão agora é fazer do trabalho intelectual o que foi feito com o trabalho manual há um século

Em seus escritos e em seu depoimento, Taylor enfatizou que nenhuma oficina, fábrica ou ferrovia utilizou mais do que alguns poucos elementos da administração científica. O único exemplo perfeito da administração científica em ação, citada por Taylor, era o da Mayo Clinic ( para o qual Taylor alegou não ter algum crédito ). O próprio Taylor, em outras palavras, estava plenamente ciente de que a administração científica se aplicava ao trabalho intelectual tanto quanto ao trabalho manual.


Para tornar o trabalho plenamente produtivo, é preciso várias coisas com as quais Taylor não se preocupava. Ele requer metas e objetivos. Ele requer prioridades e medições. Ele requer o abandono sistemático de tarefas que não produzem mais e de serviços que não são mais necessários. Também requer organização, em grande parte nos moldes da organização matricial, que Taylor desenhou em sua supevisão funcional.


Porém, para tornar o trabalho intelectual produtivo, também é necessário o estudo de tarefas e a administração de tarefas. é preciso analisar o próprio trabalho. é preciso entender os passos necessários, sua sequência e integração em um processo organizado. É preciso uma provisão sistemática das informações e das ferramentas necessárias. Todos eles são conceitos da administração científica. Não se exige a criatividade. É preciso trabalho árduo, sistemático, analítico e sintético que Taylor desenvolveu para lidar com a atividade de carregar areia, levantar ferro-gusa, rodar máquinas de papel ou assentar tijolo.


O trabalho intelectual já possui os altos salários visados por Taylor. Agora ele precisa alcançar a produtividade, que, por si só, pode justificar os altos salários. E isto requer, acima de tudo, mudança nas atitudes mentais e a completa revolução mental de Taylor por parte do trabalhador intelectual e por parte de sua gestão.


Hoje não há necessidade nem de enterrar Taylor nem de elogiá-lo. Hoje é preciso aprender com ele. A necessidade é de fazer para o trabalho intelectual  que Taylor, começando há um século, fez para o trabalho manual e o trabalhador manual. Outras informações podem ser obtidas no livro Rumo à nova economia, de autoria de Peter F. Drucker.


Mais em:


https://administradores.com.br/artigos/administra%C3%A7%C3%A3o-cient%C3%ADfica-a-miss%C3%A3o-%C3%A9-fazer-do-trabalho-intelectual-o-que-foi-feito-com-o-trabalho-manual .

Impeachment: bastidores estão movimentados em SC com expectativa de votação na Assembleia

O futuro do governo do Estado de Santa Catarina ( SC ) movimenta os bastidores do Poder nesta quinta-feira ( vinte e dois de outubro de dois mil e vinte ). A menos de vinte e quatro horas do começo da votação do processo de impeachment ( * vide nota de rodapé ) contra o governador do Estado de SC Carlos Moisés da Silva ( do Partido Social Liberal - PSL ) e a vice-governadora Daniela Cristina Reinehr ( sem partido ), o clima é de tensão e expectativa pelo que vão decidir os cinco deputados estaduais e cinco desembargadores no Tribunal de Julgamento desta sexta-feira ( vinte e três de outubro de dois mil e vinte ). A sessão começa às nove horas da manhã.

Votação será no plenário da Alesc, sob o comando do desembargador Ricardo Roesler
Votação será no plenário da ALESC, sob o comando do desembargador Ricardo Roesler ( Foto : Solon Soares / Agência AL )

Entre as fontes ouvidas pelo jornalista Ânderson Silva ( do jornal Diário Catarinense - DC ), apenas um dúvida paira: o que passa pela cabeça dos cinco desembargadores. Os votos dos deputados não serão surpresa, já que ambos atuam em oposição a Silva. Mas, dos magistrados, espera-se um voto técnico. Há quem diga, porém, que o fator político do processo de impeachment ( * vide nota de rodapé ) pode pesar no posicionamento dos desembargadores.

Nos bastidores há teses para todos os lados. Existe quem aposte em um resultado totalmente negativo para Silva, como um dez a zero, mas há os que enxergam a possibilidade do seis a cinco para reverter o cenário do afastamento. Daniela, que tentou uma aproximação ao presidente da Assembleia Legislativa do Estado de SC ( ALESC ), Julio Garcia ( do Partido Social Democrático - PSD ), nesta quarta-feira ( vinte e um de outubro de dois mil e vinte ), também entra nas estimativas.

O grande questionamento está na forma com que os magistrados vão se posicionar. No meio jurídico, há o entendimento de que eles não vão ignorar o contexto político. Mas Silva tem a esperança de ser salvo em julgamento "técnico".

Preparativos

O Tribunal de Justiça do Estado de SC ( TJSC ), através do presidente do órgão, o desembargador, Ricardo Roesler, é quem dá as cartas sobre a organização da ALESC para o julgamento desta sexta-feira ( vinte e três de outubro de dois mil e vinte ). Dos setores do Poder Legislativo Estadual ( PLE ), somente vão funcionar aqueles essenciais para a operação da sessão. Não será permitida a entrada de público. Roesler autorizou nesta quarta-feira ( vinte e um de outubro de dois mil e vinte ) que os demais deputados e desembargadores assistam à sessão na ALESC, mas fora do plenário.

Pelo roteiro definido, o começo terá a leitura do parecer do relator, o deputado Kennedy Nunes ( PSD ), que deve durar por quarenta minutos. Depois as defesas de Silva, Daniela e do denunciante, o defensor público Ralf Zimmer Junior, se manifestam por quinze minutos cada um. Concluída esta etapa, Kennedy faz a leitura do seu voto, que deve levar entre duas horas e meia e três horas, segundo apuração da coluna.

Por fim, os demais começam a votar por ordem de antiguidade. O primeiro será Carlos Alberto Civinski. Depois vêm: Maurício Eskudlark ( do Partido Liberal - PL ), Sérgio Rizello, Sargento Lima ( PSL) , Cláudia Lambert de Faria, Luiz Fernando Vampiro ( do Movimento Democrático Brasileiro - MDB ), Rubens Schulz, Laércio Schuster ( do Partido Socialista Brasileiro - PSB ) e Luiz Felipe Schuch. Há uma previsão de parada destinada ao almoço. A ALESC vai preparar refeições para vinte pessoas, envolvidas na votação. O horário não está definido. Também não há previsão para o término da votação.

O presidente da ALESC, Garcia, não estará no local durante a sessão. Ele é o primeiro na linha sucessória do governo do Estado em caso de afastamento de Silva e Daniela.


Com informações de:


Ânderson Silva, do DC .


P.S.:


Nota de rodapé:


* Mais sobre o processo de impeachment contra Silva em:

https://claudiomarcioaraujodagama.blogspot.com/2020/10/impeachment-em-todos-os-cenarios-o.html .

Impeachment: em todos os cenários, o Estado de SC sai perdendo, segundo analista

Há muitos desfechos possíveis para os processos de impeachment ( * vide nota de rodapé ) que acuam o governo do Estado de Santa Catarina ( SC ), e que chegam ao ápice nesta sexta-feira ( vinte e três de outubro de dois mil e vinte ). Em todos os cenários, o Estado de SC sai perdendo, segundo a jornalista Dagmara Spautz, do jornal Diário Catarinense - DC.Governador Carlos Moisés

Silva ( Foto : Secom )

Suponha-se que o governador do Estado de SC, Carlos Moisés da Silva ( do Partido Social Liberal ) e a vice-governadora Daniela Cristina Reinerh ( sem partido ), sejam afastados por cento e oitenta dias. O presidente da Assembleia Legislativa do Estado de SC ( ALESC ), deputado Julio Garcia ( do Partido Social Democrático - PSD ), assume o governo carregando nas costas um calhamaço de denúncias, que agora estão nas mãos do Superior Tribunal de Justiça - STJ, e com um pé no Poder Legislativo Estadual ( PLE ).

As portas abertas do governo do Estado de SC aos deputados estaduais é a síntese da perfeita governabilidade e da tão falada harmonia entre os poderes. Mas o deputado Julio Garcia ( do Partido Social Democrático ) terá uma ‘dívida’ a pagar com os parlamentares que lhe entregaram a caneta.

Se, quando e como este débito será cobrado são as perguntas que permearão um eventual governo interino. Como bem pontuou o jornalista Upiara Boschi ( do DC ), há semanas, Michel Temer ( do Movimento Democrático Brasileiro - MDB ) mostrou que um ‘governo tampão’ pode queimar rapidamente o capital político. É um governo que nasce engessado.

Em outra hipótese, Daniela é poupada e assume o cargo. Neste caso, é preciso lembrar que Daniela caiu nas eleições no mesmo paraquedas de Silva. E é conhecida por ostentar a mesma falta de habilidade política.

Embora tenha bom trânsito em Brasília, Daniela foi ‘rifada’ publicamente, na ALESC, pelos colegas do PSL, seu antigo partido. Tem fama de obcecada com a própria segurança – até porte de armas solicitou – e foi escanteada pelo governo pelo qual se elegeu, o que a torna uma incógnita.

Por fim, existe a possibilidade de que Silva derrube a hipótese de afastamento e consiga se manter em pé no governo. Neste caso, há dois caminhos. Pode ser afastado um pouco mais à frente, pelo segundo processo de impeachment ( * 2 vide nota de rodapé ), ou pode ser poupado naquele também.

A continuidade, no entanto, levanta questionamentos sobre que governo sobreviverá a esta avalanche de processos. A relação com o parlamento, que nunca foi sólida, ganhou uma rachadura irreparável politicamente. Silva terá sérias dificuldades em governar com uma base mirrada na AlLESC.

Em todos os cenários, vencedores e perdedores se alternam. Exceto o Estado, que vem sendo prejudicado desde o início pela instabilidade política, que afeta a economia e a gestão pública.

O impeachment foi como jogar uma pedra em água parada. Ela chega ao fundo, mas as pequenas ondas formadas pelo impacto continuam reverberando na superfície – e não têm prazo para acalmar.


Com informações de:


Dagmara Spautz, do DC .


P.S.:


Notas de rodapé:


* Mais sobre o primeiro processo de impeachment contra Silva em:

https://claudiomarcioaraujodagama.blogspot.com/2020/10/impeachment-situacao-politica-de-silva.html .


* Mais sobre o segundo processo de impeachment contra Silva em:

https://claudiomarcioaraujodagama.blogspot.com/2020/10/epidemia-auditores-de-sc-contradizem-ex.html .

Impeachment: situação política de Silva em SC é difícil reversão, diz analista

A situação política do governador do Estado de Santa Catarina ( SC ) Carlos Moisés da Silva ( do Partido Social Liberal - PSL ) e sua vice Daniela Cristina Reinehr ( sem partido ) é difícil de reverter. No Tribunal de Julgamento desta sexta-feira ( vinte e três de de outubro de dois mil e vinte ) o cenário político é muito adverso a ambos. Silva e Daniela vão para uma partida de futebol sabendo que o jogo começa com a derrota parcial por cinco a zero.

Sessão história na Assembleia Legislativa
Sessão história na Assembleia Legislativa do Estado de Santa Catarina ( SC ) ( ALESC ) ( Foto : Patrick Rodrigues / NSC )

Havia até uma expectativa do deputado Maurício Eskudlark ( do Partido Liberal - PL ) votar com Silva. “Acho muito difícil”, disse o parlamentar ao jornalista Renato Igor ( do jornal Diário Catarinense - DC ) chegar na Assembleia Legislativa do Estado de SC ( ALESC ). Nesta perspectiva, os cinco parlamentares votarão pelo afastamento temporário.

Quanto aos desembargadores, fica a expectativa. Pelos bastidores, a informação que chega é que ao menos dois magistrados vão votar pelo afastamento, o que configura derrota de Silva e Daniela.

Mesmo com uma denúncia considerada frágil por vários juristas, principalmente em relação a Daniela, os magistrados devem se posicionar na linha de que hoje ( vinte e três de outubro de dois mil e vinte ) não é um julgamento. Nesta sexta-feira ( vinte e três de outubro de dois mil e vinte ), o que o Tribunal de Julgamento irá fazer é a admissibilidade da denúncia.

Sendo assim, abre-se o espaço para diligências, testemunhas e depoimentos para oportunizar a ampla defesa e o direito ao contraditório - mas com Silva e Daniela já afastados temporariamente por cento e oitenta dias.

A linha seria de que hoje não se está julgando ninguém. Mas sabe-se, entretanto, que depois de afastados, Daniela e Silva dificilmente voltarão ao comando do Estado.


Com informações de:


Renato Igor, do DC .

quinta-feira, 22 de outubro de 2020

Adm. Cláudio Márcio. Candidato a vereador de Florianópolis pelo Partido dos Trabalhadores sob o Nro. 13 8 80. Propostas para a Economia


Olá, companheiras e companheiros!

Sou Cláudio Márcio. Candidato a vereador de Florianópolis pelo Partido dos Trabalhadores sob o Nro. 13 8 80.

Este é o décimo boletim da nossa campanha. Nos 9 primeiros vídeos, você acompanhou um pouco do lançamento da nossa candidatura, da nossa biografia, das nossas propostas para a juventude, das nossas propostas para a cultura, das nossas propostas para infraestrutura, das nossas propostas para fomento ao conhecimento, cultura, esporte e lazer e das nossas propostas para as área de Agricultura e Pesca, em especial no tema Tecnologia. Neste décimo boletim, vamos falar um pouco mais sobre as nossas propostas para as áreas de Agricultura e Pesca, em especial no tema Economia:

1. Incentivar a criação da Feira de Agricultura e Pesca Familiares no município de Florianópolis, criando legislação específica, diferenciada, apoiando com o transporte da produção para as feiras, incentivando a produção e o consumo de produtos sustentáveis;
2. Propor a criação do vale-alimentação para funcionários públicos comprarem nas feiras de Agricultura e Pesca Familiares;
3. Elaborar o Plano Diretor de Agricultura e Pesca;
4. Criar o Bônus Agro-Pesqueiro estabelecendo escala de acesso ao bônus, por hectare, por enquadramento DAP, pela mão de obra da família e outros critérios que poderão garantir maior acesso ao bônus;
5. Incentivar o produtor e o pescador ao uso da nota fiscal eletrônica de produtor primário através de ampla campanha vinculada ao bônus;
6. Incentivar a instalação de agroindústrias e armazéns criando políticas de capacitação, incentivo e garantias de comercialização, acompanhamento e apoio financeiro;
7. Garantir a compra de 100% da merenda escolar e cestas básicas da Assistência Social com origem de Agricultura e Pesca Familiares e orgânica, prioritariamente dos produtores de Florianópolis;
8. Promover a organização dos agricultores e pescadores familiares em associações ( a exemplo do que foi o programa de micro-bacias ) para a criação das patrulhas agro-pesqueiras ( reunindo por comunidades ou bairros de Florianópolis;
9. Promover a interlocução entre agricultores, pescadorese a Associação Comercial e Industrial de Florianópolis ( ACIF ) ou com os mercados e atacadistas para que comprem a produção de dos agricultores e pescadores de Florianópolis como forma de incentivar a Agricultara e Pesca Familiares de Florianópolis;
Você conferiu as 9 principais propostas para a área de Agricultura e Pesca, em especial no tema Economia. Você já viu o Partido dos Trabalhadores mudar Florianópolis junto com todas e todos que querem direitos e qualidade de vida com sustentabilidade. Viu também pessoas que trabalham no setor de Agricultura e Pesca Familiares sem ter considerado seu papel fundamental na sociedade atual. Produtores com dificuldade de comercialização, sem um planejamento adequado, sem emissão de nota fiscal e por isso sem poder comprovar renda a fim de obtenção de crédito, sem agroindústrias e armazéns por perto, sem políticas adequadas de capacitação, sem incentivos e garantias para comercialização, sem acompanhamento de técnicos e sem apoio financeiro. Tem presenciado agricultores e pescadores enfrentando sozinhos os problemas de segurança. Precisamos de vereadores com capacidade técnica para elaboração de leis eficazes e exercício do controle externo do poder executivo.
Peço o seu voto para o Elson para prefeito e para o Lino para vice-prefeito pela Frente Democrática por Floripa sob o nro. 50. Para vereador, vote Cláudio Márcio sob o Nro. 13 8 80.

E “Fora Bolsonaro!”

Acompanhe os eventos da campanha em:

Administração científica: a aplicação da teoria ao trabalho intelectual

Taylor raramente é mencionado entre os criadores do mundo moderno. No entanto, ele teve tanto impacto quanto Marx ou Freud. Com certeza, houve um avanço para bem além de Taylor e é preciso ir além dele. Mas atacar Taylor porque ele teve, por exemplo, mais fé no poder da razão para convencer e convencer pessoas do que foi possível mostrar, mesmo vivendo após duas guerras mundiais, pode ser tolice. É muito parecido com atacar Newton por ele não ter inventado a geometria não euclidiana ou não haver descoberto a teoria da relatividade.


Taylor triunfou, apesar de seus detratores. El triunfou onde estava sua principal preocupação: no trabalho manual. Quando previu em seu depoimento que "o trabalhador daquela época ( daqui a cem anos ) viverá tão bem, ou quase, como vive um empresário de alta classe hoje, no que tange às necessidades da vida e à maior parte dos luxos da vida", as pessoas riram; no entanto, isto é exatamente o que ocorreu nos países desenvolvidos, principalmente em função da aplicação dos princípios de Taylor. Isto ocorreu precisamente da maneira que Taylor previu, ou seja, pelo grande aumento da produção do homem sem materialmente aumentar esforços. Isto ocorreu porque houve um aprendizado sobre o estudo das tarefas, a organização delas, o planejamento delas, o fornecimento de ferramentas e informações corretas ( embora ninguém possa afirmar que a perfeição foi atingida ).


No entanto, o maior impacto de Taylor pode ainda estar à frente. Em primeiro lugar, os países subdesenvolvidos e em desenvolvimento estão agora alcançando o estágio em que precisam de Taylor e da administração científica. Eles alcançaram agora o estágio em que seu principal objetivo precisa ser o de salários maiores junto com custos trabalhistas menores; isto é, maior produtividade do trabalho manual. Agora é tão verdadeiro para eles quanto foi para os Estados Unidos da América ( EUA ) no ano mil e novecentos, "as pessoas mais pobres possuírem muito menos coisas para viver; terem menos comida para comer; pagarem preços mais altos por seus aluguéis; conseguirem comprar menos roupas para vestir do que deveriam ter; em outras palavras, falta a elas, muitas vezes, o necessário e, em todos os casos, os luxos da vida que merecem ter"'.


Mas a necessidade de estudar de novo Taylor e de aplicá-lo pode ser maior nos países desenvolvidos, isto é nos países que ficaram desenvolvidos por terem aplicado os princípios de Taylor ao trabalho manual. Estes são os países em que Taylor precisa ser agora aplicado ao trabalho intelectual. Outras informações podem ser obtidas no livro Rumo à nova economia, de autoria de Peter F. Drucker.


Mais em:


https://administradores.com.br/artigos/administra%C3%A7%C3%A3o-cient%C3%ADfica-a-aplica%C3%A7%C3%A3o-da-teoria-ao-trabalho-intelectual .

Epidemia: auditores de SC contradizem ex-chefe da Casa Civil estadual sobre pedido de aumento de remuneração

O Sindicato dos Auditores Fiscais do Estado de Santa Catarina ( SC ) ( SINDIAUDITORIA ) contestou as afirmações do ex-chefe da Casa Civil ( CC ) do Estado de SC, o advogado Douglas Borba ( do Partido Progressista - PP ), de que o governo Carlos Moisés da Silva ( do Partido Social Liberal - PSL ) desistiu de apresentar projeto-de-lei regulamentando as atribuições da Controladoria-Geral do Estado ( CGE ) porque “existia um pedido referente à remuneração” que a categoria queria embutir na proposta que seria encaminhada à Assembleia Legislativa do Estado de SC ( ALESC ) ( * vide nota de rodapé ). A ausência desta regulamentação é apontada como uma das causas para falha do órgão, criado no primeiro ano do atual governo, no episódio da compra dos duzentos ventiladores mecânicos por trinta e três milhões de reais com pagamento antecipado sem exigência de garantias e sem entrega dos produtos.

Douglas Borba disse que auditores queriam incluir questões salariais em projeto que regulamentava atribuições da CGE
Borba disse que auditores queriam incluir questões salariais em projeto que regulamentava atribuições da CGE ( Foto : Rodolfo Espínola, Agência AL / Divulgação )

Em nota, o SINDIAUDITORIA diz que “é essencial deixar claro que o projeto de regulamentação da carreira de Auditor Interno do Poder Executivo não continha proposta de aumento salarial”. Segundo a entidade, foi iniciativa do governo incluir no projeto a instituição do modelo de pagamento dos salários da categoria para subsídio - que é feito em parcelas fixas, sem adicionais como triênios, por exemplo.

O SINDIAUDITORIA também afirma que “o processo de desidratação das atribuições da CGE começou dentro do próprio Poder Executivo Estadual ( PEE ) antes de chegar na ALESC”, em referência à escolha do professor universitário Luiz Felipe Ferreira para comandar o órgão. O SINDIAUDITORIA sempre defendeu que a CGE deveria ter à sua frente um auditor interno de carreira, o que aconteceu a partir de primeiro de julho deste ano de dois mil e vinte, com a nomeação de Cristiano Socas da Silva. Em sua nota, a entidade reforça que “mesmo sem a lei orgânica da carreira, a nova gestão e os auditores internos continuam trabalhando fortemente para consolidar a CGE como um órgão respeitado e que se torne referência de eficiência e qualidade no setor público”.

Na entrevista exclusiva que concedeu na última segunda-feira ( dezenove de outubro de dois mil e vinte ), o jornalista Upiara Boschi ( do jornal Diário Catarinense - DC ) questionou Borba sobre porque o governo não havia apresentado projeto para regulamentar as atribuições da CGE - incluídas inicialmente na proposta de reforma administrativa do governo, mas desidratadas durante a tramitação na ALESC. Foi quando o ex-chefe afirmou que “representantes dos auditores” fizeram demandas de remuneração.

- Dentro do governo, a gente sabe que as classes aproveitam determinados momentos e projetos-de-lei para colocar vantagens para as próprias categorias. A CC intermediou conversas com os representantes dos auditores. Além das funções da CGE que deveriam ser regulamentadas, existia um pedido referente à remuneração. Por esta razão, nós entendemos no final do ano passado, quando o projeto ficou pronto, que não era o momento - disse Borba.


Com informações de:


Upiara Boschi, do DC .


P.S.:


Nota de rodapé:


* Mais sobre a declaração de Borba em:

https://claudiomarcioaraujodagama.blogspot.com/2020/10/epidemia-borba-fala-depois-de-cinco.html .